Coryphaena hippurus, nome científico da espécie vulgarmente designada por Dourado, dourado-macho, sapatorra, dourado-do-mar, cabeçudo, dalfinho, delfim (não confundir com o mamífero marinho), dourado-carapau, graçapé, guaraçapé, guaraçapema, macaco ou mahi mahi é um peixe teleósteo corifenídeo. É uma das duas únicas espécies da sua família - sendo a outra designada por Coryphaena equiselis.
Esse peixe de mares de águas quentes nada próximo à superfície em mar aberto, prefere águas azuis e é comum encontrá-lo próximo a caiaques de algas de sargaços. É amarelo e verde com manchas azuis e brancas. O macho maior, ou "touro" (em contraste com o menor, chamado "galinha"), tem testa saliente e pesa mais de 40 kg.
Podem ter uma duração de vida de cerca de 3 a 4 anos, pesando em média 7 a 13 Kg, ainda que possam crescer até aos 45 Kg. Tem uma barbatana dorsal longa, a todo o comprimento do corpo. As barbatanas anais são, acentuadamente, côncavas. Distinguem-se pelas suas cores brilhantes e matizadas: dourado dos lados, com azuis e verdes brilhantes de lado e no dorso.
São peixes carnívoros, alimentando-se de peixes-voadores, caranguejos, lulas, cavalas e outros peixes de pequenas dimensões. Sabe-se que também se podem alimentar de zooplâncton.
São utilizados em vários locais como alimento, sendo considerado um sucedâneo do peixe-espada, devido à sua textura firme e sabor suave.
O nome "mahi-mahi" ("forte-forte" em havaiano) é uma designação relativamente recente e que é utilizado, principalmente pelas populações anglófonas para não se criar confusão com o antigo nome, delfim, agora usado para identificar apenas alguns mamíferos aquáticos.
Sua pesca é apreciada por ser capaz de saltar espetacularmente no ar ao ser fisgado. Cresce muito rápido para um peixe de seu tamanho (e vive poucos anos). Por isso, pode servir como alimento do mar relativamente sem causar preocupação em uma época em que muitas áreas de pesca enfrentam problemas de redução drástica de espécies.
Antigos mosaicos minoanos o retratam com detalhes precisos, indicando que os gregos o pescaram por séculos.
É uma espécie que se pode encontrar por vezes nas águas costeiras de Portugal (parte continental e Madeira).
bem vindo
Bem vindo ao do aquarismo-peixes.Você pode pesquisar a vida aquatica.tambem eo melhor de peixes aqui
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Medusa
As medusas, mães d'água, águas-vivas (também chamadas de alforrecas, em Portugal) são forma de vida livre dos cnidários adultos, que se encontram nas classes Scyphozoa, Hydrozoa e Cubozoa. Quase todas as medusas vivem nos oceanos, como componentes do zooplâncton.
Como todos os cnidários, o corpo das medusas é basicamente um saco com simetria radial formado por duas camadas de células - a epiderme, no exterior, e a gastroderme no interior - com uma massa gelatinosa entre elas, chamada mesogleia e aberto para o exterior. A forma pode variar desde um disco achatado até uma campânula quase fechada; na margem livre deste disco, que pode ser lisa, fendida ou ondulada, as medusas ostentam coroas de tentáculos com células urticantes, os cnidócitos, capazes de ejectar um minúsculo espinho que contém uma toxina, o nematocisto. Em algumas medusas, principalmente nos Scyphozoa, onde são mais desenvolvidas, a boca, chamada arquêntero, está munida de tentáculos, também com células urticantes e, por vezes, um véu chamado manúbrio[1] As medusas usam estes "aparelhos" não só para se defenderem dos predadores, mas também para imobilizarem uma presa, como um pequeno peixe, para se alimentarem. O corpo das medusas é formado por 95-99% de água.
Uma das medusas mais comuns é a medusa-da-lua (Aurelia aurita), que se encontra em quase
Como todos os cnidários, o corpo das medusas é basicamente um saco com simetria radial formado por duas camadas de células - a epiderme, no exterior, e a gastroderme no interior - com uma massa gelatinosa entre elas, chamada mesogleia e aberto para o exterior. A forma pode variar desde um disco achatado até uma campânula quase fechada; na margem livre deste disco, que pode ser lisa, fendida ou ondulada, as medusas ostentam coroas de tentáculos com células urticantes, os cnidócitos, capazes de ejectar um minúsculo espinho que contém uma toxina, o nematocisto. Em algumas medusas, principalmente nos Scyphozoa, onde são mais desenvolvidas, a boca, chamada arquêntero, está munida de tentáculos, também com células urticantes e, por vezes, um véu chamado manúbrio[1] As medusas usam estes "aparelhos" não só para se defenderem dos predadores, mas também para imobilizarem uma presa, como um pequeno peixe, para se alimentarem. O corpo das medusas é formado por 95-99% de água.
Uma das medusas mais comuns é a medusa-da-lua (Aurelia aurita), que se encontra em quase
garoupa gigante
A garoupa-gigante (Epinephelus lanceolatus) é um peixe de grande porte pertencentes à família Serranidae (67 géneros e cerca de 400 espécies) e à subfamília Epinephelinae (15 géneros em 159 espécies). Neste grupo, o género Epinephelus compreende 97 espécies em que a garoupa-gigante alcança mais de 500 kg de peso e 2 metros de comprimento, havendo no entanto relatos de conceituados mergulhadores profissionais que, durante as suas incursões ao mundo subaquático australiano, admitem que esta espécie pode atingir até 800 kg e cerca de 3 metros de comprimento nestes mares.
Estes peixes habitam preferencialmente em fundos rochosos entre os 3 e os 200 metros de profundidade, embora possam, ocasionalmente, ser encontrados até 300 metros. Todavia, os adultos são mais comuns entre os 10 e os 150 metros.
O que mais chama a atenção nestes gigantes, para além da sua robustez e imediata impressão de força, são os seus olhos. Extremamente expressivos, ao contrário da maioria dos peixes, provocam no observador humano uma dúbia sensação de ficar sem saber quem observa quem
Estes peixes habitam preferencialmente em fundos rochosos entre os 3 e os 200 metros de profundidade, embora possam, ocasionalmente, ser encontrados até 300 metros. Todavia, os adultos são mais comuns entre os 10 e os 150 metros.
O que mais chama a atenção nestes gigantes, para além da sua robustez e imediata impressão de força, são os seus olhos. Extremamente expressivos, ao contrário da maioria dos peixes, provocam no observador humano uma dúbia sensação de ficar sem saber quem observa quem
peixe palhaço
Peixe-palhaço, ou peixe-das-anêmonas é o nome vulgar das espécies da subfamília Amphiprioninae na família Pomacentridae. Existem cerca de 27 espécies, uma das quais pertence ao gênero Premnas, pertencendo os outros ao gênero tipo Amphiprion. Deve o seu nome à forma desalinhada como nada.
As espécies assim designadas são nativas de uma vasta região compreendida em águas tépidas do Pacífico, coexistindo algumas espécies em algumas dessas regiões. São famosos devido à relação ecológica de comensalismo que estabelecem com as anêmonas-do-mar ou, em alguns casos, com corais. As anémonas providenciam-lhes abrigo, apesar dos tentáculos urticantes a que são imunes, devido à camada de muco que os reveste. O peixe-palhaço esconde-se dos predadores nas anêmonas.
Em geral, em cada anémona existe um "harém" que consiste em uma fêmea grande, um macho menor e outros machos não reprodutivos ainda menores. No caso de a fêmea ser removida, o macho reprodutor muda de sexo, num processo dito protandria, e o maior dos machos não reprodutivos torna-se reprodutivo.
Nemo, o protagonista do filme Finding Nemo(Procurando Nemo) é um peixe-palhaço.
As espécies assim designadas são nativas de uma vasta região compreendida em águas tépidas do Pacífico, coexistindo algumas espécies em algumas dessas regiões. São famosos devido à relação ecológica de comensalismo que estabelecem com as anêmonas-do-mar ou, em alguns casos, com corais. As anémonas providenciam-lhes abrigo, apesar dos tentáculos urticantes a que são imunes, devido à camada de muco que os reveste. O peixe-palhaço esconde-se dos predadores nas anêmonas.
Em geral, em cada anémona existe um "harém" que consiste em uma fêmea grande, um macho menor e outros machos não reprodutivos ainda menores. No caso de a fêmea ser removida, o macho reprodutor muda de sexo, num processo dito protandria, e o maior dos machos não reprodutivos torna-se reprodutivo.
Nemo, o protagonista do filme Finding Nemo(Procurando Nemo) é um peixe-palhaço.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
bacalhau
Bacalhau é o nome comum para os peixes geralmente do gênero Gadus, pertencente à família Gadidae. A origem do vocábulo designativo ainda é pouco clara. Talvez assente nas formas franceses cab(e)liau ou cabillaud[carece de fontes], por meio da metátese das sílabas iniciais, tendo estas, por seu turno, origem possivelmente na língua neerlandesa kabeljauw.
Classificação científica
Dentre as várias espécies de peixes comercializados como bacalhau destacam-se duas: a Gadus morhua, COD ou bacalhau verdadeiro, que habita as águas frias do Oceano Atlântico, nas regiões do Canadá e do Mar da Noruega e a Gadus macrocephalus que habita o Oceano Pacífico na região do Alaska.[1]
Outros peixes salgados e secos também são comercializados com o nome genérico de bacalhau como o Gadus virens ou Pollachius virens (Saithe), o Molva molva (Ling) e Brosmius brosme (Zarbo). Já em Moçambique e na Guiné-Bissau, chama-se bacalhau ao Rachycentron canadum (Beijupirá), uma espécie de peixe da ordem Perciformes[2].
Atualmente, a espécie Gadus morhua encontra-se na lista das espécies vulneráveis de extinção, incluído em 2000, pelo WWF (World Wide Fund for Nature), na lista de espécies ameaçadas. Um relatório publicado pela entidade[carece de fontes] informou que a captura de bacalhau havia diminuído em 70 por cento nos últimos 30 anos, devido a dificuldade de encontrá-lo nos oceanos, alertando que se essa tendência continuasse, os estoques mundiais de bacalhau poderiam desaparecer dentro de 15 anos.
Classificação científica
| Reino: | Animalia | |||||||||
| Filo: | Chordata | |||||||||
| Classe: | Actinopterygii | |||||||||
| Ordem: | Gadiformes | |||||||||
| Família: | Gadidae | |||||||||
Dentre as várias espécies de peixes comercializados como bacalhau destacam-se duas: a Gadus morhua, COD ou bacalhau verdadeiro, que habita as águas frias do Oceano Atlântico, nas regiões do Canadá e do Mar da Noruega e a Gadus macrocephalus que habita o Oceano Pacífico na região do Alaska.[1]
Outros peixes salgados e secos também são comercializados com o nome genérico de bacalhau como o Gadus virens ou Pollachius virens (Saithe), o Molva molva (Ling) e Brosmius brosme (Zarbo). Já em Moçambique e na Guiné-Bissau, chama-se bacalhau ao Rachycentron canadum (Beijupirá), uma espécie de peixe da ordem Perciformes[2].
Atualmente, a espécie Gadus morhua encontra-se na lista das espécies vulneráveis de extinção, incluído em 2000, pelo WWF (World Wide Fund for Nature), na lista de espécies ameaçadas. Um relatório publicado pela entidade[carece de fontes] informou que a captura de bacalhau havia diminuído em 70 por cento nos últimos 30 anos, devido a dificuldade de encontrá-lo nos oceanos, alertando que se essa tendência continuasse, os estoques mundiais de bacalhau poderiam desaparecer dentro de 15 anos.
[editar] Gastronomia
O bacalhau foi introduzido na alimentação inicialmente pelos portugueses, que já o pescavam desde o século XIV, época das grandes navegações.[carece de fontes]- Para conhecer mais sobre a participação deste peixe na alimentação humana, ver Bacalhau (gastronomia)
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
filtro caseiro
1 garrafa gatorade pet
1 ou mais seçao de torre de bomba submersa
- cacos de telha, ceramica enfim material poroso(usei telha quebrada)
- carvao ativado , uma bucha pequena de meia fina
- manta acrilica
- tela mosquiteira (plastica essas de janela)
1 bomba submersa
Fiz muitos furos com um prego quente na base de garrafa até uma altura de uns 4 dedos, muitos furos mesmo.Coloquei na parte dos furos telha quebrada em pedacinhos,depois uma bucha de carvao ativado, mais telha depois manta acrilica um bom pedaco e por fim a tela de mosquito um pedaco de 10 x 10 cm, soquei tudo para dentro bem compactado.Em seguida o tubo que se encaixa perfeitamente a boca da garrafa e a bomba. É só esconder no canto do aquario e beleza, funciona muito bem. Lembro que alem deste tenho outra bomba ligada a placa de fundo.
Um abraco a todos,
1 ou mais seçao de torre de bomba submersa
- cacos de telha, ceramica enfim material poroso(usei telha quebrada)
- carvao ativado , uma bucha pequena de meia fina
- manta acrilica
- tela mosquiteira (plastica essas de janela)
1 bomba submersa
Fiz muitos furos com um prego quente na base de garrafa até uma altura de uns 4 dedos, muitos furos mesmo.Coloquei na parte dos furos telha quebrada em pedacinhos,depois uma bucha de carvao ativado, mais telha depois manta acrilica um bom pedaco e por fim a tela de mosquito um pedaco de 10 x 10 cm, soquei tudo para dentro bem compactado.Em seguida o tubo que se encaixa perfeitamente a boca da garrafa e a bomba. É só esconder no canto do aquario e beleza, funciona muito bem. Lembro que alem deste tenho outra bomba ligada a placa de fundo.
Um abraco a todos,
sábado, 7 de agosto de 2010
atum
Os atuns (género Thunnus) são um dos grupos de espécies de peixes mais importantes do ponto de vista pesqueiro. Em 2002, foram capturadas, em todo o mundo, mais de seis milhões de toneladas de atuns e "espécies-afins" (de acordo com as estatísticas da FAO[1]).
São peixes que vivem nas regiões tropicais e subtropicais de todos os oceanos. Apresenta o corpo alongado, fusiforme, boca grande e alongada, duas barbatanas dorsais bem separadas e ajustáveis a um sulco no dorso, seguidas por grupos de lepidotríquias (também na região ventral. A barbatana caudal é bifurcada e, no seu pedúnculo, ostenta duas quilhas de queratina[2].
Os atuns e espécies vizinhas têm um sistema vascular especializado em trocas de calor, podendo elevar a temperatura do corpo acima da da água onde nadam - são endotérmicos [3]. Por esta razão, são grandes nadadores, podendo realizar migrações ao longo dum oceano. Um atum pode nadar até 170km num único dia. Normalmente formam cardumes só de peixes da mesma idade. São predadores activos. Do ponto de vista da reprodução, são dióicos e não mostram dimorfismo sexual. As fêmeas produzem grandes quantidades de ovos planctónicos que se desenvolvem em larvas pelágicas.
[editar] Espécies de atum
Existem no mundo apenas oito espécies de atum ou Thunnus (família Scombridae, classe Actinopterygii) com os seguintes nomes em português[4]:
Thunnus alalunga - Albacora (do nome em inglês) ou Alvacora (Açores), Atum-branco, Atum albino ou Avoador (Angola) ou Asinha (por causa das suas longas barbatanas peitorais), Bandolim e Carorocatá (Brasil) e Peixe-maninha (Cabo Verde).
Thunnus albacares - Albacora, Albacora-da-lage, Albacora-cachorra (Brasil), Atum, Atum-amarelo (do inglês "yellowfin"), Atum-oledê (S. Tomé e Príncipe), Atum-de-galha-à-ré (Cabo Verde), Rabão (Angola) e Rabo-seco (Cabo Verde).
Thunnus atlanticus (endémico no Oceano Atlântico ocidental) - Albacora, Albacora-preta ou Albacorinha, Atum-barbatana-negra ou Atum-negro.
Thunnus maccoyii (encontrado apenas na parte sul de todos os oceanos) - Atum-do-sul.
Thunnus obesus (encontrada apenas em águas com temperaturas entre 13°-29°C, mas o intervalo óptimo é entre 17°-22°C; tem um valor muito elevado no mercado, uma vez que é processado como "sashimi" no Japão) - Albacora, Albacora-cachorra (Brasil) ou Albacora-olho-grande ou Atum-de-olho-grande (do nome em inglês "bigeye tuna"), Atum, Atum-fogo (S. Tomé e Príncipe), Atum-obeso, Atum-patudo, ou simplesmente Patudo.
Thunnus orientalis (endêmico do Oceano Pacífico norte) - não se conhecem nomes em português, algo no mínimo curioso, uma vez que a pescaria de atum da Califórnia foi iniciada por portugueses.
Thunnus thynnus, atum-rabilho (típico do Oceano Atlântico; criado em instalações de aquacultura no Japão, onde a sua carne é processada como "sashimi").
Thunnus tonggol - Atum-do-índico, Atum tongol, Bonito-oriental (Moçambique)
Outras espécies da mesma família também consideradas atum:
Katsuwonus pelamis (uma das principais espécies do ponto de vista pesqueiro; forma cardumes à superfície nas regiões tropicais de todos os oceanos) - Atum judeu, Atum-bonito, Barriga-listada (Brasil), Bonito ou Bonito de ventre raiado ou de barriga listada (ou listrada) ou apenas Listado, Cachorreta ou Judeu (Cabo Verde), Gaiado, Sarrajão ou ainda Serra.
Cybiosarda elegans - Atum-dente-de-cão
Allothunnus fallai - Atum-foguete
Em Moçambique denomina-se Escolar-atum a um peixe que não é da mesma família (Thyrsites atun).
Outras espécies da família Scombridae que são populares objectos de pesca, quer comercial, quer desportiva e que muitas vezes são capturadas em conjunto com as espécies principais, são:
Acanthocybium solandri - Aimpim ou Cavala-aimpim ou aipim ou ainda Cavala empinge ou Guarapicu, no Brasil, Cavala-gigante ou Cavala-da-Índia ou Serra da Índia, em Portugal e Cabo Verde, ou Peixe-fumo, em Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe.
Auxis rochei - Bonito-cachorro (Brasil) ou Judeu.
Auxis thazard - Albacora-bandolim, Bonito ou Bonito-cachorro ou ainda Cadelo ou Cavala (Brasil), Chapouto (Angola e Cabo Verde), Fulu fulu (S. Tomé e Príncipe) ou ainda Judeu.
E ainda várias outras espécies denominadas Sarda, Cavala ou Serra.
O fóssil de atum mais antigo que se conhece é do período Terciário.
[editar] Espécies-afins do atum
As "espécies-afins" do atum - que partilham o mesmo habitat e são capturadas em conjunto - são principalmente os "peixes-de-bico": o espadarte (Xiphias gladius), os espadins ou marlins (Makaira spp.) e os veleiros ou agulhões ou peixes-de-vela (Istiophorus spp.).
[editar] Aspectos ambientais e político-comerciais associados ao atum
Apesar de - ao contrário das espécies de peixe mais apreciadas - os atuns não terem carne "branca", mas "rosada" por causa do peculiar sistema vascular que lhes permite controlar a temperatura do corpo, os atuns são historicamente de grande importância pesqueira.
Por essa razão e, como resultado do aumento da procura de pescado no mercado internacional, algumas espécies de atum, como o "azul" (Thunnus thynnus) - típico do Oceano Atlântico - chegaram à situação de sobrepesca. No entanto, durante o século XX foramaram-se várias organizações internacionais que promovem a pesca responsável dos atuns e "espécies-afins", como a Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico[5], e a Comissão Inter-Americana para os Atuns Tropicais[6].
Mais recentemente, com o desenvolvimento dos movimentos ambientalistas, foram levantados problemas diferentes: apesar das pescarias de atum serem bastante específicas, verificou-se que - principalmente alguns tipos de pesca, como a pesca com rede-de-cerco e mesmo de palangre - se capturam algumas espécies indesejadas ou mesmo protegidas, como as tartarugas marinhas e os golfinhos. Por essa razão, os consumidores (principalmente nos Estados Unidos da América do Norte, mas com tendência também de se popularizar na União Europeia) são aconselhados a não adquirirem atum que não seja "certificado" como proveniente duma "pescaria responsável" ou "que protege a biodiversidade" - "dolphin-free tuna". O Aquário de Monterey, na Califórnia publica inclusivamente uma página de aconselhamento aos consumidores[7].
São peixes que vivem nas regiões tropicais e subtropicais de todos os oceanos. Apresenta o corpo alongado, fusiforme, boca grande e alongada, duas barbatanas dorsais bem separadas e ajustáveis a um sulco no dorso, seguidas por grupos de lepidotríquias (também na região ventral. A barbatana caudal é bifurcada e, no seu pedúnculo, ostenta duas quilhas de queratina[2].
Os atuns e espécies vizinhas têm um sistema vascular especializado em trocas de calor, podendo elevar a temperatura do corpo acima da da água onde nadam - são endotérmicos [3]. Por esta razão, são grandes nadadores, podendo realizar migrações ao longo dum oceano. Um atum pode nadar até 170km num único dia. Normalmente formam cardumes só de peixes da mesma idade. São predadores activos. Do ponto de vista da reprodução, são dióicos e não mostram dimorfismo sexual. As fêmeas produzem grandes quantidades de ovos planctónicos que se desenvolvem em larvas pelágicas.
[editar] Espécies de atum
Existem no mundo apenas oito espécies de atum ou Thunnus (família Scombridae, classe Actinopterygii) com os seguintes nomes em português[4]:
Thunnus alalunga - Albacora (do nome em inglês) ou Alvacora (Açores), Atum-branco, Atum albino ou Avoador (Angola) ou Asinha (por causa das suas longas barbatanas peitorais), Bandolim e Carorocatá (Brasil) e Peixe-maninha (Cabo Verde).
Thunnus albacares - Albacora, Albacora-da-lage, Albacora-cachorra (Brasil), Atum, Atum-amarelo (do inglês "yellowfin"), Atum-oledê (S. Tomé e Príncipe), Atum-de-galha-à-ré (Cabo Verde), Rabão (Angola) e Rabo-seco (Cabo Verde).
Thunnus atlanticus (endémico no Oceano Atlântico ocidental) - Albacora, Albacora-preta ou Albacorinha, Atum-barbatana-negra ou Atum-negro.
Thunnus maccoyii (encontrado apenas na parte sul de todos os oceanos) - Atum-do-sul.
Thunnus obesus (encontrada apenas em águas com temperaturas entre 13°-29°C, mas o intervalo óptimo é entre 17°-22°C; tem um valor muito elevado no mercado, uma vez que é processado como "sashimi" no Japão) - Albacora, Albacora-cachorra (Brasil) ou Albacora-olho-grande ou Atum-de-olho-grande (do nome em inglês "bigeye tuna"), Atum, Atum-fogo (S. Tomé e Príncipe), Atum-obeso, Atum-patudo, ou simplesmente Patudo.
Thunnus orientalis (endêmico do Oceano Pacífico norte) - não se conhecem nomes em português, algo no mínimo curioso, uma vez que a pescaria de atum da Califórnia foi iniciada por portugueses.
Thunnus thynnus, atum-rabilho (típico do Oceano Atlântico; criado em instalações de aquacultura no Japão, onde a sua carne é processada como "sashimi").
Thunnus tonggol - Atum-do-índico, Atum tongol, Bonito-oriental (Moçambique)
Outras espécies da mesma família também consideradas atum:
Katsuwonus pelamis (uma das principais espécies do ponto de vista pesqueiro; forma cardumes à superfície nas regiões tropicais de todos os oceanos) - Atum judeu, Atum-bonito, Barriga-listada (Brasil), Bonito ou Bonito de ventre raiado ou de barriga listada (ou listrada) ou apenas Listado, Cachorreta ou Judeu (Cabo Verde), Gaiado, Sarrajão ou ainda Serra.
Cybiosarda elegans - Atum-dente-de-cão
Allothunnus fallai - Atum-foguete
Em Moçambique denomina-se Escolar-atum a um peixe que não é da mesma família (Thyrsites atun).
Outras espécies da família Scombridae que são populares objectos de pesca, quer comercial, quer desportiva e que muitas vezes são capturadas em conjunto com as espécies principais, são:
Acanthocybium solandri - Aimpim ou Cavala-aimpim ou aipim ou ainda Cavala empinge ou Guarapicu, no Brasil, Cavala-gigante ou Cavala-da-Índia ou Serra da Índia, em Portugal e Cabo Verde, ou Peixe-fumo, em Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe.
Auxis rochei - Bonito-cachorro (Brasil) ou Judeu.
Auxis thazard - Albacora-bandolim, Bonito ou Bonito-cachorro ou ainda Cadelo ou Cavala (Brasil), Chapouto (Angola e Cabo Verde), Fulu fulu (S. Tomé e Príncipe) ou ainda Judeu.
E ainda várias outras espécies denominadas Sarda, Cavala ou Serra.
O fóssil de atum mais antigo que se conhece é do período Terciário.
[editar] Espécies-afins do atum
As "espécies-afins" do atum - que partilham o mesmo habitat e são capturadas em conjunto - são principalmente os "peixes-de-bico": o espadarte (Xiphias gladius), os espadins ou marlins (Makaira spp.) e os veleiros ou agulhões ou peixes-de-vela (Istiophorus spp.).
[editar] Aspectos ambientais e político-comerciais associados ao atum
Apesar de - ao contrário das espécies de peixe mais apreciadas - os atuns não terem carne "branca", mas "rosada" por causa do peculiar sistema vascular que lhes permite controlar a temperatura do corpo, os atuns são historicamente de grande importância pesqueira.
Por essa razão e, como resultado do aumento da procura de pescado no mercado internacional, algumas espécies de atum, como o "azul" (Thunnus thynnus) - típico do Oceano Atlântico - chegaram à situação de sobrepesca. No entanto, durante o século XX foramaram-se várias organizações internacionais que promovem a pesca responsável dos atuns e "espécies-afins", como a Comissão Internacional para a Conservação dos Atuns do Atlântico[5], e a Comissão Inter-Americana para os Atuns Tropicais[6].
Mais recentemente, com o desenvolvimento dos movimentos ambientalistas, foram levantados problemas diferentes: apesar das pescarias de atum serem bastante específicas, verificou-se que - principalmente alguns tipos de pesca, como a pesca com rede-de-cerco e mesmo de palangre - se capturam algumas espécies indesejadas ou mesmo protegidas, como as tartarugas marinhas e os golfinhos. Por essa razão, os consumidores (principalmente nos Estados Unidos da América do Norte, mas com tendência também de se popularizar na União Europeia) são aconselhados a não adquirirem atum que não seja "certificado" como proveniente duma "pescaria responsável" ou "que protege a biodiversidade" - "dolphin-free tuna". O Aquário de Monterey, na Califórnia publica inclusivamente uma página de aconselhamento aos consumidores[7].
aruanä
O aruanã-dourado refere-se a diversas variedades de peixes de água doce do gênero Scleropages. Algumas fontes diferenciam essas variedades em várias espécies,[2][3] enquanto outras consideram as diferentes estirpes pertencentes a uma única espécie, Scleropages formosus.[4] Eles têm vários outros nomes comuns, incluindo o língua-óssea-asiático, o peixe-dragão e um número de nomes específicos para diferentes variedades.
Nativo do sudeste asiático, o aruanã-dourado habita os rios de águas escuras e calmas que correm através das florestas pantanosas e áreas úmidas. Os peixes adultos alimentam-se de outros peixes, enquanto que os juvenis alimentam-se de insetos.[5]
Estes populares peixes de aquário têm especial significado cultural em regiões influenciadas pela cultura da China. O nome peixe dragão deriva de sua semelhança com o mítico dragão chinês. Esta popularidade traz tanto conseqüências positivas quanto negativas para o seu estado de conservação como espécies ameaçadas.
Nativo do sudeste asiático, o aruanã-dourado habita os rios de águas escuras e calmas que correm através das florestas pantanosas e áreas úmidas. Os peixes adultos alimentam-se de outros peixes, enquanto que os juvenis alimentam-se de insetos.[5]
Estes populares peixes de aquário têm especial significado cultural em regiões influenciadas pela cultura da China. O nome peixe dragão deriva de sua semelhança com o mítico dragão chinês. Esta popularidade traz tanto conseqüências positivas quanto negativas para o seu estado de conservação como espécies ameaçadas.
arenque
Arenques são pequenos peixes gordurosos (a gordura está dispersa por toda a carne e pele) do gênero Clupea encontrados nas águas temperadas e rasas do Atlântico Norte, do Mar Báltico, do Pacífico Norte e do Mediterrâneo.
Há 15 espécies de arenque, a mais abundante é a do arenque do Atlântico, Clupea harengus. Os arenques se deslocam em grandes cardumes, chegando na primavera às costas da Europa e da América do Norte onde eles são capturados, salgados e defumados em grandes quantidades. As latas de "sardinhas" vendidas em supermercados podem, na verdade, ser de espécies de arenques pequenos.
Nos Países Baixos, o arenque tem desempenhado um papel importante no desenvolvimento econômico e histórico do país desde antes do século XIV.
Há 15 espécies de arenque, a mais abundante é a do arenque do Atlântico, Clupea harengus. Os arenques se deslocam em grandes cardumes, chegando na primavera às costas da Europa e da América do Norte onde eles são capturados, salgados e defumados em grandes quantidades. As latas de "sardinhas" vendidas em supermercados podem, na verdade, ser de espécies de arenques pequenos.
Nos Países Baixos, o arenque tem desempenhado um papel importante no desenvolvimento econômico e histórico do país desde antes do século XIV.
anchova
A anchova (também conhecida como enchova ou anchoveta) é um peixe actinopterígeo da família Engraulidae, à qual pertence o biqueirão, geralmente de menor tamanho.
Em várias regiões do mundo, estas espécies suportam pescarias de grandes dimensões; a mais conhecida é a anchoveta do Peru e Chile, Engraulis ringens, da qual se chegaram a capturar doze milhões de toneladas.
Em várias regiões do mundo, estas espécies suportam pescarias de grandes dimensões; a mais conhecida é a anchoveta do Peru e Chile, Engraulis ringens, da qual se chegaram a capturar doze milhões de toneladas.
peixe agulha
O termo Peixe-agulha é a designação comum a diversos peixes beloniformes, da família dos belonídeos, do gênero Strongylura e ainda a algumas espécies da família dos hemiranfídeos, dos gêneros Hyporhamphus e Hemiramphus, que possuem o corpo muito alongado e estreito, tornando-os parecidos com agulhas.
Contudo, o termo pode remter mais especificamente às seguintes espécies:
Hemiramphus brasiliensis
Strongylura marina
Strongylura timucu
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Peixe-agulha"
Contudo, o termo pode remter mais especificamente às seguintes espécies:
Hemiramphus brasiliensis
Strongylura marina
Strongylura timucu
Obtida de "http://pt.wikipedia.org/wiki/Peixe-agulha"
acara bandeira curiosidades
Acará é um termo de origem indígena que designa genericamente diversas espécies de peixes teleósteos perciformes da família dos ciclídeos, encontrados nativamente em rios e lagos da bacia amazônica ou rios e lagoas de água quente em todo o território brasileiro sendo muitos deles populares no comércio de peixes ornamentais.
[editar] Espécies
Entre as espécies que empregam o termo Acará em sua designação popular, detacam-se as dos gêneros Pterophyllum e Symphisodon.
Acará-bandeira, Pterophyllum scalare
Pterophyllum leopoldi
Pterophyllum altum
Acará-disco, Symphisodon sp.ou "Symphysodon aequifasciata haraldi" ou 'Symphisodon discus"
Além dessas, também são populares:
Acará-diadema, Geophagus brasiliensis
Acará-chibante, Geophagus jurupari
Acará-boca-de-jiquiaá, Acaropis nassa
Acará-cascudo, Cichlasoma facetum
Acará-severo, Cichlasoma severum
Acará-bererê ou festivo, Cichlasoma festivum
[editar] Espécies
Entre as espécies que empregam o termo Acará em sua designação popular, detacam-se as dos gêneros Pterophyllum e Symphisodon.
Acará-bandeira, Pterophyllum scalare
Pterophyllum leopoldi
Pterophyllum altum
Acará-disco, Symphisodon sp.ou "Symphysodon aequifasciata haraldi" ou 'Symphisodon discus"
Além dessas, também são populares:
Acará-diadema, Geophagus brasiliensis
Acará-chibante, Geophagus jurupari
Acará-boca-de-jiquiaá, Acaropis nassa
Acará-cascudo, Cichlasoma facetum
Acará-severo, Cichlasoma severum
Acará-bererê ou festivo, Cichlasoma festivum
aba-aba
Gymnarchus niloticus, (outros nomes) aba, aba aba, frankfish, Peixe-faca-africano, é o único peixe da família Gymnarchidae pertencendo à ordem dos Osteoglossiformes. Gymnarchus niloticus é descrito como tendo um corpo longo, sem as barbatanas caudal, ventral e anal. O peixe é noturno, tem visão deficiente e é encontrado em águas escuras. Localiza-se usando descargas elétricas da mesma forma que o poraquê. O Peixe pode chegar a 167 cms (65.7 in) e 19 kg (42 lbs).
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
cantinho do espaco
O Sistema solar é constituído pelo Sol e pelo conjunto dos corpos celestes que se encontram no seu campo gravítico, e que compreende os planetas que atualmente compõem o sistema solar, em ordem de sol-espaço: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano, Neptuno. Plutão hoje em dia não é mais considerado um planeta embora esteja ainda no sistema solar e recentemente outros dois corpos da mesma categoria de Plutão foram descobertos nas regiões mais externas do sistema solar, conhecidas como Nuvem de Oort e Cinturão de Kuiper, dos quais ainda não se sabe muita coisa, e uma miríade de outros objectos de menor dimensão entre os quais se contam os corpos menores do Sistema Solar (asteroides, transneptunianos e cometas.
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é atualmente aceita. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre os protoplanetas.
Formação e evolução do Sistema Solar e Nebulosa solar.
Dá-se geralmente como precisa a formação do Sistema Solar há mais de 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que formou uma estrela central e um disco circum-estelar em que, pela união das partículas menores, primeiro haviam se formado pouco a pouco, partículas maiores, posteriormente planetesimais, depois protoplanetas para chegar aos atuais planetas.
[editar] Investigação e exploração
Dada a perspectiva geocêntrica com a que é percebido no Sistema Solar pelos humanos, sua natureza e estrutura foram durante muito tempo desconhecidos. Os movimentos aparentes dos corpos do Sistema Solar, observados desde a Terra, eram considerados os movimentos reais destes corpos ao redor de uma Terra estacionária. Grande parte dos corpos do Sistema Solar não são observáveis sem a ajuda de instrumentos, como o telescópio. Com a invenção deste começa uma era de descobrimentos (Luas de Galileu; fases de Vênus), onde finalmente o sistema geocêntrico é abandonado, sendo substituído pela visão copérnica do sistema heliocêntrico.
Na atualidade, o Sistema Solar é estudado por telescópios terrestres, observatórios e missões espaciais capazes de chegar até alguns destes distantes mundos. Os corpos do Sistema Solar em que se têm pousado sondas espaciais terrestres são Vênus, a Lua, Marte, Júpiter e Titã (satélite de Saturno). Todos os corpos maiores hão sido visitados por missões espaciais, incluindo cometas, como o Halley, e excluindo Plutão.
[editar] Os planetas
Ver página anexa: Lista de planetas
Dimensão relativa dos planetas do Sistema Solar e de várias outras estrelas conhecidas.Escala das órbitas dos planetas.
(em milhões de quilómetros)
O fundo e o topo da barra colorida representam o ponto mais próximo e o mais distante do planeta ao sol.
Os principais elementos celestes que orbitam em torno do Sol são os oito planetas principais conhecidos atualmente cujas dimensões vão do gigante de gás Júpiter até ao pequeno e rochoso Mercúrio, que possui menos da metade do tamanho da Terra.
Até agosto de 2006, quando a União Astronómica Internacional alterou a definição oficial do termo planeta, Plutão era considerado o nono planeta do Sistema Solar. Hoje é considerado um planeta anão, ou um planetoide, por ser muito pequeno.
Próximos do Sol encontram-se os quatro planetas telúricos, que são compostos de rochas e silicatos, são eles Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Depois da órbita de Marte encontram-se quatro planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno), que são uma espécie de planetas colossais que se podem dividir em dois subgrupos: Júpiter-Saturno e Urano-Neptuno.
Mercúrio é o mais próximo do Sol, a uma distância de apenas 57,9 milhões de quilômetros, enquanto Neptuno está a cerca de 4,5 bilhões de quilômetros.
Os planetas do sistema solar são os oito astros que tradicionalmente são conhecidos como tal: Mercúrio (☿), Vénus (♀), Terra (♁), Marte (♂), Júpiter (♃), Saturno (♄), Urano (♅) e Neptuno (♆). Todos os planetas receberam nomes de deuses e deusas da mitologia greco-romana.
[editar] Estrutura do Sistema Solar
As órbitas dos planetas do Sistema Solar se encontram ordenadas a distâncias do Sol crescentes de modo que a distância de cada planeta é aproximadamente o dobro do que o planeta imediatamente anterior. Esta relação vem expressada matematicamente através da Lei de Titius-Bode, uma fórmula que resume a posição dos semieixos maiores dos planetas em unidades astronômicas (UA). Em sua forma mais simples se escreve:
onde = 0, 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, ainda que pode chegar a ser complicada.
Nesta formulação, a órbita de Mercúrio se corresponde com (k=0) e semieixo maior 0,4 UA, e a órbita de Marte (k=4) se encontra em 1,6 UA. Na realidade, as órbitas se encontram em 0,38 e 1,52 UA. Ceres, o maior asteroide, encontra na posição k=8. Esta lei não se ajusta a todos os planetas (por exemplo, Netuno, que está mais acerca do que prediz esta lei). No momento não há uma explicação da Lei de Titius-Bode e muitos científicos consideram que se trata tão só de uma coincidência.
[editar] Tabela resumida do sistema solar
Nome Diâmetro
(km) Distância média
ao Sol (km) Massa do planeta
(Terra = 1)
Sol 1 392 000 - 332 946
Mercúrio 4 880 57 910 000 0,1
Vênus 12 104 108 208 930 0,9
Terra 12 756 149 597 870 1
Marte 6 794 227 936 640 0,1
Júpiter 142 984 778 412 010 318
Saturno 120 536 1 426 725 400 95
Urano 51 118 2 870 972 200 15
Netuno 49 572 4 498 252 900 17
As distâncias dos planetas de Mercúrio a Saturno, incluindo-se um buraco para os asteroides, segue aproximadamente a Lei de Titius-Bode.
[editar] A dimensão astronômica das distâncias no espaço
Para uma noção da dimensão astronômica das distâncias no espaço deve-se fazer cálculos e usar um modelo que permita uma percepção mais clara do que está em jogo. Por exemplo, um modelo reduzido em que o Sol estaria representado por uma bola de futebol (de 22 cm de diâmetro). A essa escala, a Terra ficaria a 23,6 metros de distância e seria uma esfera com apenas 2 mm de diâmetro (a Lua ficaria a uns 5 cm da Terra, e teria um diâmetro de uns 0,5 mm). Júpiter e Saturno seriam berlindes com cerca de 2 cm de diâmetro, respectivamente a 123 e a 226 metros do Sol. Plutão ficaria a 931 metros do Sol, com cerca de 0,36 mm de diâmetro. Quanto à estrela mais próxima, a Proxima Centauri, essa estaria a 6332 km do Sol, enquanto a estrela Sírio a 13 150 km.
Se o tempo de uma viagem da Terra à Lua, a cerca de 257 000 km/hora, fosse de uma hora e um quarto, levaria-se cerca de três semanas terrestres para se ir da Terra ao Sol, 3 meses se ir a Júpiter, sete meses para Saturno e cerca de dois anos e meio a chegar a Plutão e deixar o nosso sistema solar. A partir daí, a essa velocidade, levar-se-ia 17 600 anos até chegar à estrela mais próxima, e 35 000 anos até Sírio.
[editar] Os planetas gnomos
Planeta anão é um corpo celeste muito semelhante a um planeta, dado que orbita em volta do Sol e possui gravidade suficiente para assumir uma forma com equilíbrio hidrostático (aproximadamente esférico), porém não possui uma órbita desimpedida, orbitando com milhares de outros pequenos corpos celestes.
Ceres, que até meados do século XIX era considerado um planeta principal, orbita numa região do sistema solar conhecida como cinturão de asteroides. Por fim, nos confins do sistema solar, para além da órbita de Netuno, numa imensa região de corpos celestes gelados, encontram-se Plutão e o recentemente descoberto Éris. Até 2006, considerava-se, também, Plutão como um dos planetas principais. Hoje, Plutão, Ceres, Éris, Makemake e Haumea são considerados como "planetas anões".
[editar] As luas e os anéis
Satélites naturais ou luas são objetos de dimensões consideráveis que orbitam os planetas. Compreendem pequenos astros capturados da cintura de asteroides, como as luas de Marte e dos planetas gasosos, até astros capturados da cintura de Kuiper como o caso de Tritão no caso de Neptuno ou até mesmo astros formados a partir do próprio planeta através do impacto de um protoplaneta, como o caso da Lua da Terra.
Os planetas gasosos têm pequenas partículas de pó e gelo que os orbitam em enormes quantidades, são os chamados anéis planetários, os mais famosos são os anéis de Saturno.
Representação do Sistema Solar.[editar] Corpos menores
A classe de astros chamados "corpos menores do sistema solar" inclui vários objetos diferenciados como são os asteroides, os transneptunianos, os cometas e outros pequenos corpos.
[editar] Asteroides
Os asteroides são astros menores do que os planetas, normalmente em forma de batata, encontrando-se na maioria na órbita entre Marte e Júpiter e são compostos por partes significativas de minerais não-voláteis. A região em que orbitam é conhecida como Cintura de asteroides. Nela localiza-se também um planeta anão, Ceres, que tem algumas características próprias de asteroide, mas não é um asteroide. Estes são subdivididos em grupos e famílias de asteroides baseados em características orbitais específicas. Nota-se que existem luas de asteroides, que são asteroides que orbitam asteroides maiores, que, por vezes, são quase do mesmo tamanho do asteroide que orbitam.
Os asteroides troianos estão localizados nos pontos de Lagrange dos planetas, e orbitam o Sol na mesma órbita que um planeta, à frente e atrás deste.
As sementes das quais os planetas se originaram são chamadas de planetésimos: são corpos subplanetários que existiram durante os primeiros anos do sistema solar e que não existem no sistema solar recente. O nome é também usado por vezes para referir os asteroides e os cometas em geral ou para asteroides com menos de 10 km de diâmetro.
[editar] Centauros
Os centauros são astros gelados semelhantes a cometas que têm órbitas menos excêntricas e que permanecem na região entre Júpiter e Netuno, mas são muito maiores que os cometas. O primeiro a ser descoberto foi Quíron, que tem propriedades parecidas com as de um cometa e de um asteroide.
[editar] Transneptunianos
Os transneptunianos são corpos celestes gelados cuja distância média ao Sol encontra-se para além da órbita de Neptuno, com órbitas superiores a 200 anos e são semelhantes aos centauros.
Pensa-se que os cometas de curto período sejam originários desta região. Os planetas anões Plutão e Éris encontram-se, também, nesta região.
O primeiro transnetuniano foi descoberto em 1992. No entanto, Plutão, que já era conhecido há quase um século, orbita nesta região do sistema solar.
As órbitas dos planetas do Sistema Solar.[editar] Cometas
A maioria dos cometas tem três partes: 1. um núcleo sólido ou centro; 2. uma cabeleira, ou cabeça redonda que envolve o núcleo e consiste em partículas de poeira misturadas com água, metano e amoníaco congelados; e 3. uma longa cauda de poeira e gases que escapam da cabeleira.
Os cometas são compostos largamente por gelos voláteis e com órbitas bastante excêntricas, geralmente com um periélio dentro das órbitas dos planetas interior e com afélio para além de Plutão. Cometas com pequenos períodos também existem; contudo, os cometas mais velhos que perderam todo o seu material volátil são categorizados como asteroides. Alguns cometas com órbitas hiperbólicas podem ter sido originados de fora do sistema solar.
De momento, os astros da nuvem de Oort são hipotéticos e encontram-se em órbitas entre os 50 000 e os 100 000 UA, e pensa-se que esta região é a origem dos cometas de longo período.
O novo planetoide Sedna com uma órbita bastante elíptica que se estende por cerca de 76 a 928 UA, não entra como é óbvio nesta categoria, mas os seus descobridores argumentam que deveria ser considerado parte da nuvem de Oort.
[editar] Meteoroides
Os meteoroides são astros com dimensão entre 50 metros até partículas tão pequenas como pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos como asteroides. Controversa continua a dimensão máxima de um asteroide e mínima de um planeta. Um meteoroide que atravesse a atmosfera da Terra passa a se denominar meteoro; caso chegue ao solo, chama-se meteorito.
[editar] Principais corpos do Sistema Solar
Pos. Corpo celeste Imagem Diâmetro (km) Diâmetro (vs. Terra) Volume ( mil milhões km³) Tipo
1 Sol 1 392 000,0 109,25 1412 milhões estrela
2 Júpiter 139 822,0 10,97 1 431 280 planeta
3 Saturno 116 464,0 9,14 827 130 planeta
4 Urano 50 724,0 3,98 68 340 planeta
5 Neptuno 49 244,0 3,87 62 540 planeta
6 Terra 12 742,0 1 1083,21 planeta
7 Vénus 12 103,6 95,0% 928,43 planeta
8 Marte 6 780,0 53,2% 163,18 planeta
9 Ganímedes* 5 262,4 41,3% 76,30 satélite natural
10 Titã* 5150,0 40,4% 71,52 satélite natural
11 Mercúrio 4 879,4 38,3% 60,83 planeta
12 Calisto* 4 820,6 37,8% 58,65 satélite natural
13 Io* 3 643,0 28,6% 25,32 satélite natural
14 Lua 3 474,2 27,3% 21,958 satélite natural
15 Europa* 3122,0 24,5% 15,93 satélite natural
16 Éris*** 3000 ± 400 Planeta anão
17 Tritão* 2 706,8 21,2% 10,38 satélite natural
18 Plutão****
2 306 18,1% 6,39 Planeta anão
19 2005 FY9*** 1600-2000 Transneptuniano
20 Titânia** 1 577,8 12,4% 2,06 satélite natural
21 Reia** 1528,0 12,0% 1,87 satélite natural
22 Oberon* 1 522,8 12,0% 1,85 satélite natural
23 2003 EL61*** ~1490 (1960 x 1518 x 996) Transneptuniano
24 Sedna*** 1180-1800 Transneptuniano
25 Jápeto* 1 436,0 11,3% 1,55 satélite natural
26 Orco*** 840-1880 Transneptuniano
27 Caronte* 1 186 9,3% 0,87 satélite natural
28 Umbriel* 1169,4 9,2% 0,84 satélite natural
29 Quaoar* 990-1346 Transneptuniano
30 Ariel** 1 157,8 9,1% 0,81 satélite natural
31 Dione* 1 120,0 8,8% 0,73 satélite natural
32 Tétis** 1 060 8,3% 0,624 satélite natural
33 Ceres** 950 7,6% 0,437 Planeta anão
34 Ixion* 930 7,3% 0,421 Transneptuniano
35 2002 UX25*** ~900 Transneptuniano
36 Varuna* 760-1020 8,3% 0,624 Transneptuniano
37 2002 AW197*** 700±50 Transneptuniano
38 2004 XR190*** 500-1000 Transneptuniano
39 1996 TL66*** ~632 Transneptuniano
40 Caos*** ~560 Transneptuniano
41 Vesta** 530 4,2% 0,078 asteróide
42 Palas** 530 4,2% 0,078 asteróide
43 Encélado** 504.2 3,9% 0,067 satélite natural
44 Huya*** 300-700 Transneptuniano
45 Miranda** 471.6 3,7% 0,055 satélite natural
46 Proteu** 418 3,3% 0,038 satélite natural
47 Hígia** 410 3,2% 0,036 asteróide
48 Mimas** 397,2 3,1% 0,033 satélite natural
* Usando diâmetro equatorial e assumindo que o corpo é esférico
** Assumindo que o corpo é esferóide
*** Diâmetro é conhecido de forma apenas muito aproximada
**** Não é considerado um planeta clássico
[editar] Corpos hipotéticos do Sistema Solar
Nêmesis
Nuvem de Oort
Vulcano
[editar] Ver também
Plutão
Galáxia
Lista de planetas
Universo
Cosmogonia ("Origem do Universo")
Ainda não se sabe, ao certo, como o sistema solar foi formado. Existem várias teorias, mas apenas uma é atualmente aceita. Trata-se da Teoria Nebular ou Hipótese Nebular.
O Sol começou a brilhar quando o núcleo atingiu 10 milhões de graus Celsius, temperatura suficiente para iniciar reações de fusão nuclear. A radiação acabou por gerar um vento solar muito forte, conhecido como "onda de choque", que espalhou o gás e poeira restantes das redondezas da estrela recém-nascida para os planetas que se acabaram de formar a partir de enormes colisões entre os protoplanetas.
Formação e evolução do Sistema Solar e Nebulosa solar.
Dá-se geralmente como precisa a formação do Sistema Solar há mais de 4,5 bilhões de anos a partir de uma nuvem de gás e poeira que formou uma estrela central e um disco circum-estelar em que, pela união das partículas menores, primeiro haviam se formado pouco a pouco, partículas maiores, posteriormente planetesimais, depois protoplanetas para chegar aos atuais planetas.
[editar] Investigação e exploração
Dada a perspectiva geocêntrica com a que é percebido no Sistema Solar pelos humanos, sua natureza e estrutura foram durante muito tempo desconhecidos. Os movimentos aparentes dos corpos do Sistema Solar, observados desde a Terra, eram considerados os movimentos reais destes corpos ao redor de uma Terra estacionária. Grande parte dos corpos do Sistema Solar não são observáveis sem a ajuda de instrumentos, como o telescópio. Com a invenção deste começa uma era de descobrimentos (Luas de Galileu; fases de Vênus), onde finalmente o sistema geocêntrico é abandonado, sendo substituído pela visão copérnica do sistema heliocêntrico.
Na atualidade, o Sistema Solar é estudado por telescópios terrestres, observatórios e missões espaciais capazes de chegar até alguns destes distantes mundos. Os corpos do Sistema Solar em que se têm pousado sondas espaciais terrestres são Vênus, a Lua, Marte, Júpiter e Titã (satélite de Saturno). Todos os corpos maiores hão sido visitados por missões espaciais, incluindo cometas, como o Halley, e excluindo Plutão.
[editar] Os planetas
Ver página anexa: Lista de planetas
Dimensão relativa dos planetas do Sistema Solar e de várias outras estrelas conhecidas.Escala das órbitas dos planetas.
(em milhões de quilómetros)
O fundo e o topo da barra colorida representam o ponto mais próximo e o mais distante do planeta ao sol.
Os principais elementos celestes que orbitam em torno do Sol são os oito planetas principais conhecidos atualmente cujas dimensões vão do gigante de gás Júpiter até ao pequeno e rochoso Mercúrio, que possui menos da metade do tamanho da Terra.
Até agosto de 2006, quando a União Astronómica Internacional alterou a definição oficial do termo planeta, Plutão era considerado o nono planeta do Sistema Solar. Hoje é considerado um planeta anão, ou um planetoide, por ser muito pequeno.
Próximos do Sol encontram-se os quatro planetas telúricos, que são compostos de rochas e silicatos, são eles Mercúrio, Vénus, Terra e Marte. Depois da órbita de Marte encontram-se quatro planetas gasosos (Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno), que são uma espécie de planetas colossais que se podem dividir em dois subgrupos: Júpiter-Saturno e Urano-Neptuno.
Mercúrio é o mais próximo do Sol, a uma distância de apenas 57,9 milhões de quilômetros, enquanto Neptuno está a cerca de 4,5 bilhões de quilômetros.
Os planetas do sistema solar são os oito astros que tradicionalmente são conhecidos como tal: Mercúrio (☿), Vénus (♀), Terra (♁), Marte (♂), Júpiter (♃), Saturno (♄), Urano (♅) e Neptuno (♆). Todos os planetas receberam nomes de deuses e deusas da mitologia greco-romana.
[editar] Estrutura do Sistema Solar
As órbitas dos planetas do Sistema Solar se encontram ordenadas a distâncias do Sol crescentes de modo que a distância de cada planeta é aproximadamente o dobro do que o planeta imediatamente anterior. Esta relação vem expressada matematicamente através da Lei de Titius-Bode, uma fórmula que resume a posição dos semieixos maiores dos planetas em unidades astronômicas (UA). Em sua forma mais simples se escreve:
onde = 0, 1, 2, 4, 8, 16, 32, 64, 128, ainda que pode chegar a ser complicada.
Nesta formulação, a órbita de Mercúrio se corresponde com (k=0) e semieixo maior 0,4 UA, e a órbita de Marte (k=4) se encontra em 1,6 UA. Na realidade, as órbitas se encontram em 0,38 e 1,52 UA. Ceres, o maior asteroide, encontra na posição k=8. Esta lei não se ajusta a todos os planetas (por exemplo, Netuno, que está mais acerca do que prediz esta lei). No momento não há uma explicação da Lei de Titius-Bode e muitos científicos consideram que se trata tão só de uma coincidência.
[editar] Tabela resumida do sistema solar
Nome Diâmetro
(km) Distância média
ao Sol (km) Massa do planeta
(Terra = 1)
Sol 1 392 000 - 332 946
Mercúrio 4 880 57 910 000 0,1
Vênus 12 104 108 208 930 0,9
Terra 12 756 149 597 870 1
Marte 6 794 227 936 640 0,1
Júpiter 142 984 778 412 010 318
Saturno 120 536 1 426 725 400 95
Urano 51 118 2 870 972 200 15
Netuno 49 572 4 498 252 900 17
As distâncias dos planetas de Mercúrio a Saturno, incluindo-se um buraco para os asteroides, segue aproximadamente a Lei de Titius-Bode.
[editar] A dimensão astronômica das distâncias no espaço
Para uma noção da dimensão astronômica das distâncias no espaço deve-se fazer cálculos e usar um modelo que permita uma percepção mais clara do que está em jogo. Por exemplo, um modelo reduzido em que o Sol estaria representado por uma bola de futebol (de 22 cm de diâmetro). A essa escala, a Terra ficaria a 23,6 metros de distância e seria uma esfera com apenas 2 mm de diâmetro (a Lua ficaria a uns 5 cm da Terra, e teria um diâmetro de uns 0,5 mm). Júpiter e Saturno seriam berlindes com cerca de 2 cm de diâmetro, respectivamente a 123 e a 226 metros do Sol. Plutão ficaria a 931 metros do Sol, com cerca de 0,36 mm de diâmetro. Quanto à estrela mais próxima, a Proxima Centauri, essa estaria a 6332 km do Sol, enquanto a estrela Sírio a 13 150 km.
Se o tempo de uma viagem da Terra à Lua, a cerca de 257 000 km/hora, fosse de uma hora e um quarto, levaria-se cerca de três semanas terrestres para se ir da Terra ao Sol, 3 meses se ir a Júpiter, sete meses para Saturno e cerca de dois anos e meio a chegar a Plutão e deixar o nosso sistema solar. A partir daí, a essa velocidade, levar-se-ia 17 600 anos até chegar à estrela mais próxima, e 35 000 anos até Sírio.
[editar] Os planetas gnomos
Planeta anão é um corpo celeste muito semelhante a um planeta, dado que orbita em volta do Sol e possui gravidade suficiente para assumir uma forma com equilíbrio hidrostático (aproximadamente esférico), porém não possui uma órbita desimpedida, orbitando com milhares de outros pequenos corpos celestes.
Ceres, que até meados do século XIX era considerado um planeta principal, orbita numa região do sistema solar conhecida como cinturão de asteroides. Por fim, nos confins do sistema solar, para além da órbita de Netuno, numa imensa região de corpos celestes gelados, encontram-se Plutão e o recentemente descoberto Éris. Até 2006, considerava-se, também, Plutão como um dos planetas principais. Hoje, Plutão, Ceres, Éris, Makemake e Haumea são considerados como "planetas anões".
[editar] As luas e os anéis
Satélites naturais ou luas são objetos de dimensões consideráveis que orbitam os planetas. Compreendem pequenos astros capturados da cintura de asteroides, como as luas de Marte e dos planetas gasosos, até astros capturados da cintura de Kuiper como o caso de Tritão no caso de Neptuno ou até mesmo astros formados a partir do próprio planeta através do impacto de um protoplaneta, como o caso da Lua da Terra.
Os planetas gasosos têm pequenas partículas de pó e gelo que os orbitam em enormes quantidades, são os chamados anéis planetários, os mais famosos são os anéis de Saturno.
Representação do Sistema Solar.[editar] Corpos menores
A classe de astros chamados "corpos menores do sistema solar" inclui vários objetos diferenciados como são os asteroides, os transneptunianos, os cometas e outros pequenos corpos.
[editar] Asteroides
Os asteroides são astros menores do que os planetas, normalmente em forma de batata, encontrando-se na maioria na órbita entre Marte e Júpiter e são compostos por partes significativas de minerais não-voláteis. A região em que orbitam é conhecida como Cintura de asteroides. Nela localiza-se também um planeta anão, Ceres, que tem algumas características próprias de asteroide, mas não é um asteroide. Estes são subdivididos em grupos e famílias de asteroides baseados em características orbitais específicas. Nota-se que existem luas de asteroides, que são asteroides que orbitam asteroides maiores, que, por vezes, são quase do mesmo tamanho do asteroide que orbitam.
Os asteroides troianos estão localizados nos pontos de Lagrange dos planetas, e orbitam o Sol na mesma órbita que um planeta, à frente e atrás deste.
As sementes das quais os planetas se originaram são chamadas de planetésimos: são corpos subplanetários que existiram durante os primeiros anos do sistema solar e que não existem no sistema solar recente. O nome é também usado por vezes para referir os asteroides e os cometas em geral ou para asteroides com menos de 10 km de diâmetro.
[editar] Centauros
Os centauros são astros gelados semelhantes a cometas que têm órbitas menos excêntricas e que permanecem na região entre Júpiter e Netuno, mas são muito maiores que os cometas. O primeiro a ser descoberto foi Quíron, que tem propriedades parecidas com as de um cometa e de um asteroide.
[editar] Transneptunianos
Os transneptunianos são corpos celestes gelados cuja distância média ao Sol encontra-se para além da órbita de Neptuno, com órbitas superiores a 200 anos e são semelhantes aos centauros.
Pensa-se que os cometas de curto período sejam originários desta região. Os planetas anões Plutão e Éris encontram-se, também, nesta região.
O primeiro transnetuniano foi descoberto em 1992. No entanto, Plutão, que já era conhecido há quase um século, orbita nesta região do sistema solar.
As órbitas dos planetas do Sistema Solar.[editar] Cometas
A maioria dos cometas tem três partes: 1. um núcleo sólido ou centro; 2. uma cabeleira, ou cabeça redonda que envolve o núcleo e consiste em partículas de poeira misturadas com água, metano e amoníaco congelados; e 3. uma longa cauda de poeira e gases que escapam da cabeleira.
Os cometas são compostos largamente por gelos voláteis e com órbitas bastante excêntricas, geralmente com um periélio dentro das órbitas dos planetas interior e com afélio para além de Plutão. Cometas com pequenos períodos também existem; contudo, os cometas mais velhos que perderam todo o seu material volátil são categorizados como asteroides. Alguns cometas com órbitas hiperbólicas podem ter sido originados de fora do sistema solar.
De momento, os astros da nuvem de Oort são hipotéticos e encontram-se em órbitas entre os 50 000 e os 100 000 UA, e pensa-se que esta região é a origem dos cometas de longo período.
O novo planetoide Sedna com uma órbita bastante elíptica que se estende por cerca de 76 a 928 UA, não entra como é óbvio nesta categoria, mas os seus descobridores argumentam que deveria ser considerado parte da nuvem de Oort.
[editar] Meteoroides
Os meteoroides são astros com dimensão entre 50 metros até partículas tão pequenas como pó. Astros maiores que 50 metros são conhecidos como asteroides. Controversa continua a dimensão máxima de um asteroide e mínima de um planeta. Um meteoroide que atravesse a atmosfera da Terra passa a se denominar meteoro; caso chegue ao solo, chama-se meteorito.
[editar] Principais corpos do Sistema Solar
Pos. Corpo celeste Imagem Diâmetro (km) Diâmetro (vs. Terra) Volume ( mil milhões km³) Tipo
1 Sol 1 392 000,0 109,25 1412 milhões estrela
2 Júpiter 139 822,0 10,97 1 431 280 planeta
3 Saturno 116 464,0 9,14 827 130 planeta
4 Urano 50 724,0 3,98 68 340 planeta
5 Neptuno 49 244,0 3,87 62 540 planeta
6 Terra 12 742,0 1 1083,21 planeta
7 Vénus 12 103,6 95,0% 928,43 planeta
8 Marte 6 780,0 53,2% 163,18 planeta
9 Ganímedes* 5 262,4 41,3% 76,30 satélite natural
10 Titã* 5150,0 40,4% 71,52 satélite natural
11 Mercúrio 4 879,4 38,3% 60,83 planeta
12 Calisto* 4 820,6 37,8% 58,65 satélite natural
13 Io* 3 643,0 28,6% 25,32 satélite natural
14 Lua 3 474,2 27,3% 21,958 satélite natural
15 Europa* 3122,0 24,5% 15,93 satélite natural
16 Éris*** 3000 ± 400 Planeta anão
17 Tritão* 2 706,8 21,2% 10,38 satélite natural
18 Plutão****
2 306 18,1% 6,39 Planeta anão
19 2005 FY9*** 1600-2000 Transneptuniano
20 Titânia** 1 577,8 12,4% 2,06 satélite natural
21 Reia** 1528,0 12,0% 1,87 satélite natural
22 Oberon* 1 522,8 12,0% 1,85 satélite natural
23 2003 EL61*** ~1490 (1960 x 1518 x 996) Transneptuniano
24 Sedna*** 1180-1800 Transneptuniano
25 Jápeto* 1 436,0 11,3% 1,55 satélite natural
26 Orco*** 840-1880 Transneptuniano
27 Caronte* 1 186 9,3% 0,87 satélite natural
28 Umbriel* 1169,4 9,2% 0,84 satélite natural
29 Quaoar* 990-1346 Transneptuniano
30 Ariel** 1 157,8 9,1% 0,81 satélite natural
31 Dione* 1 120,0 8,8% 0,73 satélite natural
32 Tétis** 1 060 8,3% 0,624 satélite natural
33 Ceres** 950 7,6% 0,437 Planeta anão
34 Ixion* 930 7,3% 0,421 Transneptuniano
35 2002 UX25*** ~900 Transneptuniano
36 Varuna* 760-1020 8,3% 0,624 Transneptuniano
37 2002 AW197*** 700±50 Transneptuniano
38 2004 XR190*** 500-1000 Transneptuniano
39 1996 TL66*** ~632 Transneptuniano
40 Caos*** ~560 Transneptuniano
41 Vesta** 530 4,2% 0,078 asteróide
42 Palas** 530 4,2% 0,078 asteróide
43 Encélado** 504.2 3,9% 0,067 satélite natural
44 Huya*** 300-700 Transneptuniano
45 Miranda** 471.6 3,7% 0,055 satélite natural
46 Proteu** 418 3,3% 0,038 satélite natural
47 Hígia** 410 3,2% 0,036 asteróide
48 Mimas** 397,2 3,1% 0,033 satélite natural
* Usando diâmetro equatorial e assumindo que o corpo é esférico
** Assumindo que o corpo é esferóide
*** Diâmetro é conhecido de forma apenas muito aproximada
**** Não é considerado um planeta clássico
[editar] Corpos hipotéticos do Sistema Solar
Nêmesis
Nuvem de Oort
Vulcano
[editar] Ver também
Plutão
Galáxia
Lista de planetas
Universo
Cosmogonia ("Origem do Universo")
Palistinha
O paulistinha é um excelente peixe comunitário e é um dos melhores peixes para iniciantes. Eles são pequenos, pacíficos, muito resistentes, incrivelmente ativos e divertidos de se ver. Fotografá-los é um grande desafio, eles absolutamente recusam-se a ficar parados! Eles gostam de brincar em correntezas fortes, e costumam ocupar a parte superior da água logo abaixo da superfície, uma região não muito frequentada pela maioria dos outros peixes.
O Paulistinha é o peixe perfeito para as pessoas que estão com o aquário recém montado e que não tem a paciência necessária para esperar a ciclagem e começar a habitação. Isso deve-se a sua resistência e rápida adaptação, porém não se deve abusar (não são de ferro!). Na minha opinião, esse peixinhos quando adoentados, são os que melhor respondem aos medicamentos. Enfim, são indispensáveis para todo iniciante. Lembre-se também que os Paulistinhas são peixes de cardume, portanto, para vê-los felizes tenha no mínimo 7 em seu aquário.
O paulistinha é um peixe que gosta e vive melhor em cardume (pelo menos uns 10 juntos). Eles são rápidos, e não se assuste se eles ficarem correndo um atrás do outro, isso é apenas uma "brincadeira", ou quando um macho vai atrás da fêmea.
O Paulistinha é o peixe perfeito para as pessoas que estão com o aquário recém montado e que não tem a paciência necessária para esperar a ciclagem e começar a habitação. Isso deve-se a sua resistência e rápida adaptação, porém não se deve abusar (não são de ferro!). Na minha opinião, esse peixinhos quando adoentados, são os que melhor respondem aos medicamentos. Enfim, são indispensáveis para todo iniciante. Lembre-se também que os Paulistinhas são peixes de cardume, portanto, para vê-los felizes tenha no mínimo 7 em seu aquário.
O paulistinha é um peixe que gosta e vive melhor em cardume (pelo menos uns 10 juntos). Eles são rápidos, e não se assuste se eles ficarem correndo um atrás do outro, isso é apenas uma "brincadeira", ou quando um macho vai atrás da fêmea.
Peixe-gato de vidro
O Peixe-gato de vidro , Kryptopterus bicirrhis, é um animal transparente dulcícola .Ele pode chegar até 15 cm (6 polegadas) na natureza, mas usualmente no aquário não passam de 4-5 polegadas.
Nativos do Sudeste Asiático, estes peixes-gato preferem tanques com áreas abertas pra nadar, corrente moderada, e áreas plantadas. Tímidos peixes, eles sempre devem viver em grupos com mais de 5, e viver com outras espécies de tamanho e temperamento similar. Peixes-gato de vidro são muito sensíveis com a qualidade da água e o pH. O pH deve ficar entre 6.5 e 7.5.
Nativos do Sudeste Asiático, estes peixes-gato preferem tanques com áreas abertas pra nadar, corrente moderada, e áreas plantadas. Tímidos peixes, eles sempre devem viver em grupos com mais de 5, e viver com outras espécies de tamanho e temperamento similar. Peixes-gato de vidro são muito sensíveis com a qualidade da água e o pH. O pH deve ficar entre 6.5 e 7.5.
cascudo
Cascudo é a designação comum aos peixes siluriformes da família Loricariidae, também conhecidos como acari, cari, boi-de-guará e uacari. Os loricariídeos são peixes exclusivamente de água doce, que habitam os rios e lagos da América Central e do Sul.
Os cascudos caracterizam-se pelo corpo delgado, revestido de placas ósseas, e pela cabeça grande. A boca localiza-se na face ventral e em algumas espécies é rodeada por barbas. Estes peixes vivem nos fundos dos rios, até cerca de 30 metros de profundidade, e alimentam-se de lodo, vegetais e restos orgânicos em geral.
Algumas espécies de pequena dimensão conhecidas como limpa-fundos, como o Hypostomus plecostomus, são muito populares em aquariofilia pelo gosto com que limpam o fundo dos aquários de algas e detritos indesejáveis.
Os cascudos caracterizam-se pelo corpo delgado, revestido de placas ósseas, e pela cabeça grande. A boca localiza-se na face ventral e em algumas espécies é rodeada por barbas. Estes peixes vivem nos fundos dos rios, até cerca de 30 metros de profundidade, e alimentam-se de lodo, vegetais e restos orgânicos em geral.
Algumas espécies de pequena dimensão conhecidas como limpa-fundos, como o Hypostomus plecostomus, são muito populares em aquariofilia pelo gosto com que limpam o fundo dos aquários de algas e detritos indesejáveis.
kinguio
Os vulgares peixes de aquário, designados por japonês, peixinho-dourado, dourado ou peixe-vermelho ou mesmo Kinguio no Brasil, cujo nome científico é Carassius auratus, pertence à família dos Ciprinídeos (Cyprinidae), a que pertencem as carpas. Foi uma das primeiras espécies de peixes a ser domesticada e é ainda um dos peixes de aquário mais comuns no mundo inteiro. É uma variedade domesticada de uma carpa cinzenta-escura nativa da Ásia oriental. Foi domesticada, pela primeira vez, na China, e foi introduzida na Europa no final do século XVII. Pode crescer até aos 59 cm e um máximo de 3 kg, ainda que tais valores sejam muito raros: a maior parte dos espécimes não atinge metade destas medidas. É ovíparo.
Existe a ideia de que o peixe-vermelho tem uma memória muito curta podendo só se lembrar do que aconteceu 3 segundos atrás. Esta ideia é falsa. Existem argumentos que defendem que o peixe-vermelho pode chegar a reconhecer o seu dono (aquele que lhe dá comida).
[editar] Criação em aquário
Embora seja uma espécie muito popular sua manutenção é menosprezada, embora necessite de um aquário de volume de 120 litros, no mínimo, adicionando-se cerca de 30 litros para cada novo kinguio introduzido, as pessoas ainda insistem em mantê-lo em recipientes de tamanho inadequado. O que é um erro grave, pois este peixe pode atingir até 20 anos de vida se bem tratado.
Um aquário deve ser especial para manter esta espécie, tendo pH moderadamente alcalino, em torno de 7.2 a 7.6.
O aquário ideal para um kinguio deve possuir filtragem mais eficiente que o normal, cerca de 10 vezes o volume do aquário por hora, nunca utilizando o filtro biológico de fundo, que além de ultrapassado não supre as altas exigências de filtragem desta espécie, que produz muita sujeira. Preferem-se os modelos de filtragem externos, independentemente do tipo, seja hang-on, canister, sump, etc, desde que se observe a eficiência em litros/hora.
A companhia ideal para este peixe é: nenhuma. Por serem muito lentos, e terem barbatanas delicadas, podem sofrer com o assédio de outros peixes. Além do mais são dos poucos peixes de água fria disponíveis para aquarismo, o que não quer dizer que podemos economizar com aquecedor. O ideal é sempre utilizar um aquecedor com termostato, pois em um aquário podem ocorrer mudanças muito bruscas de temperatura, que são prejudiciais a qualquer peixe, mas evitadas pelo sistema de termostato.
Enfeites de aquário grandes não são aconselháveis para aquários com kinguios, pois eles geralmente se machucam com eles, e devem ter bastante espaço para poderem nadar. É essencial ter areia(de preferência grossa) como substrato, pois ele mexem no fundo e podem engasgar com cascalho.
Existe a ideia de que o peixe-vermelho tem uma memória muito curta podendo só se lembrar do que aconteceu 3 segundos atrás. Esta ideia é falsa. Existem argumentos que defendem que o peixe-vermelho pode chegar a reconhecer o seu dono (aquele que lhe dá comida).
[editar] Criação em aquário
Embora seja uma espécie muito popular sua manutenção é menosprezada, embora necessite de um aquário de volume de 120 litros, no mínimo, adicionando-se cerca de 30 litros para cada novo kinguio introduzido, as pessoas ainda insistem em mantê-lo em recipientes de tamanho inadequado. O que é um erro grave, pois este peixe pode atingir até 20 anos de vida se bem tratado.
Um aquário deve ser especial para manter esta espécie, tendo pH moderadamente alcalino, em torno de 7.2 a 7.6.
O aquário ideal para um kinguio deve possuir filtragem mais eficiente que o normal, cerca de 10 vezes o volume do aquário por hora, nunca utilizando o filtro biológico de fundo, que além de ultrapassado não supre as altas exigências de filtragem desta espécie, que produz muita sujeira. Preferem-se os modelos de filtragem externos, independentemente do tipo, seja hang-on, canister, sump, etc, desde que se observe a eficiência em litros/hora.
A companhia ideal para este peixe é: nenhuma. Por serem muito lentos, e terem barbatanas delicadas, podem sofrer com o assédio de outros peixes. Além do mais são dos poucos peixes de água fria disponíveis para aquarismo, o que não quer dizer que podemos economizar com aquecedor. O ideal é sempre utilizar um aquecedor com termostato, pois em um aquário podem ocorrer mudanças muito bruscas de temperatura, que são prejudiciais a qualquer peixe, mas evitadas pelo sistema de termostato.
Enfeites de aquário grandes não são aconselháveis para aquários com kinguios, pois eles geralmente se machucam com eles, e devem ter bastante espaço para poderem nadar. É essencial ter areia(de preferência grossa) como substrato, pois ele mexem no fundo e podem engasgar com cascalho.
carpa
A carpa-comum (Cyprinus carpio) é um peixe teleósteo da família Cyprinidae, de coloração cinza prateado. Originária de grandes lagos e rios da Ásia e da Europa, onde as populações selvagens enfrentam risco de extinção, é muito difundida como peixe de criação em vários ambientes nos quais pode ser considerada espécie invasora.
Boca pequena, sem dentes verdadeiros, rodeada de barbilhões curtos; alimenta-se de vegetais e outras substâncias. É ovíparo. Pode ter até 100 centímetros de comprimento. Possui carne de qualidade regular.
Essa espécie de peixe de água doce, originária da China, é muito usada em piscicultura no Velho Mundo, tendo sido introduzida na América do Sul. Também é muito popular em aquariofilia, vivendo bem em tanques externos e em grupos.
Boca pequena, sem dentes verdadeiros, rodeada de barbilhões curtos; alimenta-se de vegetais e outras substâncias. É ovíparo. Pode ter até 100 centímetros de comprimento. Possui carne de qualidade regular.
Essa espécie de peixe de água doce, originária da China, é muito usada em piscicultura no Velho Mundo, tendo sido introduzida na América do Sul. Também é muito popular em aquariofilia, vivendo bem em tanques externos e em grupos.
pesca
Pesca é a extracção de organismos aquáticos, do meio onde se desenvolveram para diversos fins, tais como a alimentação, a recreação (pesca recreativa ou pesca desportiva), a ornamentação (captura de espécies ornamentais), ou para fins industriais, incluindo o fabrico de rações para o alimento de animais em criação e a produção de substâncias com interesse para a saúde - como o "famoso" óleo de fígado de peixe (especialmente o óleo de fígado de bacalhau).
Esta definição engloba o conceito de aquacultura em que as espécies capturadas são primeiro criadas em instalações apropriadas, como tanques, gaiolas ou viveiros.
As principais espécies exploradas pelas pescas no mundo pertencem aos grupos dos peixes, dos crustáceos e dos moluscos. No entanto, são também cultivados e capturados pelo homem várias espécies de crocodilos, batráquios (principalmente rãs), mamíferos marinhos (principalmente baleias) e algas.
De acordo com "O Estado das Pescarias e da Aquacultura no Mundo", uma publicação da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), a produção de pescado no mundo em 2002 foi superior a 94 milhões de toneladas pela actividade extractiva e mais 50 milhões pela aquacultura. Estima-se que o pescado supra actualmente cerca de 16% da proteína consumida pelo Homem. As pescas são igualmente um enorme fornecedor de emprego, contribuindo enormemente para a economia mundial.
Esta definição engloba o conceito de aquacultura em que as espécies capturadas são primeiro criadas em instalações apropriadas, como tanques, gaiolas ou viveiros.
As principais espécies exploradas pelas pescas no mundo pertencem aos grupos dos peixes, dos crustáceos e dos moluscos. No entanto, são também cultivados e capturados pelo homem várias espécies de crocodilos, batráquios (principalmente rãs), mamíferos marinhos (principalmente baleias) e algas.
De acordo com "O Estado das Pescarias e da Aquacultura no Mundo", uma publicação da FAO (Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação), a produção de pescado no mundo em 2002 foi superior a 94 milhões de toneladas pela actividade extractiva e mais 50 milhões pela aquacultura. Estima-se que o pescado supra actualmente cerca de 16% da proteína consumida pelo Homem. As pescas são igualmente um enorme fornecedor de emprego, contribuindo enormemente para a economia mundial.
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